Seguro viagem só é obrigatório em alguns casos: para pedir visto Schengen (mínimo de € 30.000) e para entrar na Geórgia (30.000 laris). O brasileiro isento de visto na Europa, e quem vai à Argentina, ao Chile, ao Uruguai ou à Colômbia, não precisa apresentar apólice na entrada, mas o seguro é recomendado. Em 3 de novembro de 2026, o parceiro Seguros Promo anunciava planos a partir de R$ 4,00.
| Obrigatório | Schengen (só no pedido de visto) e Geórgia (turistas) |
|---|---|
| Mínimo exigido | € 30.000 no visto Schengen; 30.000 GEL na Geórgia |
| Brasileiro na Europa | Isento de visto até 90 dias em 180: sem exigência de seguro na entrada |
| Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia | Não exigido na entrada (Argentina tem declaração prevista, ainda sem regulamentação) |
| Preço de entrada | A partir de R$ 4,00 (Seguros Promo, 03/11/2026); Europa a partir de R$ 10,30 por dia (out/2026) |
| Cobertura de referência na Europa | € 30.000, em euro (30 mil dólares não equivalem a 30 mil euros) |
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Quando o seguro viagem é obrigatório?
“Obrigatório” costuma aparecer em dois casos: no pedido de visto (a apólice é um documento do processo) ou na fronteira do país. Para o brasileiro em turismo, a tabela abaixo mostra onde a exigência existe e onde ela é só uma recomendação, conforme as fontes oficiais lidas em 3 de novembro de 2026.
| Destino | Obrigatório? | O que dizem as fontes |
|---|---|---|
| Schengen, quem pede visto | Sim, no pedido | Mínimo de € 30.000 para despesas médicas, urgência, internação e repatriação, válido em todo o território e na estada toda (Código de Vistos da UE). |
| Schengen, brasileiro isento | Não | Até 90 dias em qualquer período de 180, sem visto; não foi identificada exigência geral de seguro para a entrada (Regulamento da UE 2018/1806). |
| Argentina | Prevista, ainda não pedida | A lei de migrações prevê declaração jurada de seguro de saúde, condicionada a regulamentação que não foi encontrada; sem valor mínimo (Lei de Migrações). |
| Chile | Não, recomendado | Não consta como requisito de ingresso e não há cobertura mínima publicada; o consulado recomenda despesas médicas, remoção e repatriação (Consulado do Brasil em Santiago). |
| Uruguai | Não | Desde 16/6/2023 estrangeiros não precisam de seguro de saúde para entrar (Ministério da Saúde Pública). |
| Colômbia | Não, recomendado | Não consta como requisito de ingresso, e a página não publica cobertura mínima (Embaixada do Brasil em Bogotá). |
| Geórgia | Sim, turistas | Desde 1/1/2026, apólice de saúde e acidentes de pelo menos 30.000 GEL para todo o período, em georgiano ou inglês, física ou digital (Ministério das Relações Exteriores). |
Detalhes e outros destinos, como Zanzibar e Aruba, estão no guia seguro viagem obrigatório: onde é exigido. Antes de comprar para a Europa, veja também o EES e o ETIAS, que são etapas separadas do seguro.
Na Argentina, viajar sem seguro dá problema?
Na entrada, por enquanto não. O risco está no atendimento: a Resolução 1066/2026 prevê que estrangeiro sem residência permanente, nos estabelecimentos de saúde da administração nacional, apresente um seguro válido que cubra o atendimento ou pague antes, com exceção para emergência com risco certo e iminente (texto da resolução). Ou seja, sem apólice você pode ter de pagar a conta primeiro.
Quanto custa um seguro viagem?
O preço de entrada anunciado pelo parceiro Seguros Promo era a partir de R$ 4,00 em 3 de novembro de 2026 (a página não informa a unidade, e o valor final muda com destino, dias e idade). Para a Europa, o levantamento do Voyage Voyage de outubro de 2026 achou planos a partir de R$ 10,30 por dia por pessoa: 7 dias no piso dão R$ 72,10 (7 × R$ 10,30), e planos de entrada de 15 dias ficaram entre R$ 165 e R$ 195, até 60 anos.
| O que muda o preço | Como pesa | Dado |
|---|---|---|
| Destino | Cada destino tem seu preço; a Europa pede capital de € 30.000 no visto | Cotar o destino exato |
| Dias de viagem | Cobra-se por dia: 7 dias custam menos que 15 | R$ 10,30 por dia no piso para a Europa (out/2026) |
| Idade | Quem tem 70 anos ou mais pode pagar acréscimo, conforme a seguradora | 75% a mais na Assist Card (out/2026) |
| Capital das despesas médicas | Quanto mais alto, mais cara a apólice | Europa: referência de € 30.000 |
Para a conta exata da Europa, por idade e dias, veja o guia de seguro viagem Europa: quanto custa e a cobertura de € 30 mil; para os mais velhos, o seguro viagem para idosos. Cote o seu em poucos minutos.
O que o seguro viagem precisa cobrir?
Antes do preço, confira a lista. As coberturas essenciais de um seguro para a Europa, segundo o parceiro, são despesas médicas e hospitalares, assistência odontológica, problemas com voo ou bagagem e repatriação sanitária. Para o Chile, o consulado do Brasil recomenda despesas médicas e hospitalares, urgência, remoção e repatriação, além de condições preexistentes e esportes de inverno, quando aplicável.
- Despesas médicas e hospitalares: é o número que importa. Na Europa o capital de referência é € 30.000.
- Repatriação sanitária e do corpo: a regra do visto Schengen cita repatriação por razão médica e em caso de morte.
- Bagagem e voo: extravio de mala e atraso ou cancelamento; se o seu medo é voo, veja o guia de cancelamento de voo.
- Doenças preexistentes, esportes radicais, covid e acompanhamento de menores: costumam ser adicionais; só valem se estiverem na apólice.
- Moeda e território: confira se o capital está em euro e se a apólice vale em todo o roteiro e nos dias exatos da viagem.
Duas dores comuns. A primeira é achar que o preço, baixo ou alto, mostra que o plano atende à regra: o que conta é o capital contratado. A segunda é o comprovante: leve o certificado no celular, com o nome igual ao do passaporte, as datas e o território, em formato que abra sem internet.
Qual seguro viagem escolher para cada tipo de viagem?
| Viagem | O que priorizar | Guia |
|---|---|---|
| Europa | Capital de € 30.000 em euro, válido em todo o Schengen | Seguro viagem Europa |
| Cruzeiro | Cobertura a bordo, embarque perdido e repatriação | Seguro para cruzeiro |
| Mais de 60 anos | Faixa de idade, acréscimo e preexistentes | Seguro para idosos |
| Medo de perder o voo | Atraso, cancelamento e bagagem | Cancelamento de voo |
| América do Sul | Despesas médicas e remoção; Argentina exige seguro ou pagamento em hospital nacional | Onde é obrigatório |
Perguntas frequentes
Seguro viagem é obrigatório para a Europa?
Para quem pede visto Schengen, sim, com mínimo de € 30.000. O brasileiro isento de visto, em estadia de até 90 dias em 180, não tem exigência geral de seguro para entrar, mas o seguro é recomendado.
Preciso de seguro para viajar à Argentina?
Na entrada, ainda não: a lei prevê uma declaração de seguro de saúde, mas depende de regulamentação que não foi encontrada em 3/11/2026. Em hospitais da administração nacional, porém, o estrangeiro deve apresentar seguro ou pagar antes, salvo emergência.
Chile, Uruguai e Colômbia exigem seguro?
Não como requisito de entrada, segundo as fontes oficiais lidas. O Uruguai deixou de exigir em 16/6/2023; Chile e Colômbia recomendam, sem cobertura mínima publicada.
Quanto custa um seguro viagem?
O parceiro Seguros Promo anunciava planos a partir de R$ 4,00 em 3/11/2026; para a Europa, o piso foi R$ 10,30 por dia em out/2026. O valor final depende de destino, dias, idade e capital.
A cobertura de € 30.000 precisa estar em euro?
Sim, confira a moeda da apólice: 30 mil dólares não equivalem a 30 mil euros, e a regra do visto Schengen fala em euros.
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