O CDC, órgão de saúde dos Estados Unidos, passa a exigir que todo passageiro de voo internacional com destino ao país assine uma declaração sobre a República Democrática do Congo. A regra vale para voos que partem do exterior a partir das 23h59 (horário do leste dos EUA) de 3 de novembro de 2026.
O que muda para quem viaja
Na prática, quem voa do Brasil para os Estados Unidos, inclusive com conexão no país, precisa declarar que não esteve na República Democrática do Congo nos 21 dias anteriores ao embarque. O trânsito por aeroporto congolês, mesmo sem sair da área de conexão, conta como presença.
A assinatura deve ser confirmada pela companhia aérea no embarque ou antes dele. O CDC indica o check-in ou o embarque no último aeroporto de partida como o momento ideal. A exigência vale para todas as nacionalidades, brasileiros incluídos.
Como o documento é obrigatório para embarcar, vale reservar alguns minutos no aeroporto. Quem viaja em grupo ou com família deve lembrar que cada passageiro precisa da própria declaração.
A orientação prática é simples: confira com a companhia aérea como ela vai coletar a declaração, se no aplicativo, no balcão ou no portão. Quem tem viagem marcada para os primeiros dias de novembro deve chegar ao aeroporto com um pouco mais de folga, já que a nova etapa pode gerar fila no embarque. Quem esteve na República Democrática do Congo no período citado deve procurar a companhia antes de ir ao aeroporto.
Vale saber
- Menores de 18 anos têm a declaração assinada por pai, mãe, responsável ou pessoa autorizada.
- Quem só faz escala nos EUA a caminho de outro país também precisa preencher.
- Declaração falsa pode levar a multa e prisão criminal, segundo o CDC.
- A regra não se aplica a fronteiras terrestres nem a portos marítimos.
Fonte: CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA), publicado em 22/10/2026.