Copenhague em 3 dias pede escolhas: o centro, os canais e dois bairros rendem mais que uma corrida por todos os museus. A capital é cara, mas o desperdício maior vem de comprar passe turístico sem usar e cruzar a cidade várias vezes.
Agrupe cada dia por área e deixe Malmö como extra, não como obrigação.
Chegue pelo aeroporto, deixe as malas e comece pelo eixo que você consegue fazer a pé.

Do aeroporto ao centro e onde ficar
O aeroporto de Kastrup tem metrô e trem para o centro em cerca de 12 minutos. Indre By é a base mais simples para primeira visita; Vesterbro funciona bem para quem chega de trem; Nørrebro entrega cafés e vida de bairro. O transporte oficial e as zonas estão no Visit Copenhagen.
Dia 1: Nyhavn, Amalienborg e centro
Vá a Nyhavn cedo, caminhe até Amalienborg e escolha entre Rosenborg, Rundetaarn ou Christiansborg — não os três. À noite, Tivoli só entra se estiver aberto na sua data e se você realmente quiser parque; não compre ingresso de Tivoli apenas porque ele aparece em todo roteiro.

Dia 2: canais, Christianshavn e Christiania
Um passeio de barco pelos canais mostra a cidade sem repetir trajetos a pé. Depois, caminhe por Christianshavn e visite Christiania respeitando regras de fotografia e circulação; é um bairro habitado, não um parque temático.

Dia 3: Nørrebro, Vesterbro ou museu
Escolha um bairro, caminhe sem cronômetro e reserve uma refeição. Em chuva, use o terceiro dia para museu e café; em sol, pedale com cautela. As ciclovias são eficientes, mas exigem atenção. Bicicleta é transporte local, não atração para pedalar sem observar as regras.
Quando o Copenhagen Card vale
O cartão compensa apenas se sua lista de atrações pagas mais transporte superar seu preço. Faça a conta antes: em três dias, caminhar pelo centro é gratuito e não precisa ser “otimizado” por um passe. Consulte atrações e abertura no portal oficial.

Para outra capital de ritmo compacto, veja o roteiro de Reykjavík em 3 dias.
Perguntas frequentes
Três dias bastam?
Sim, para centro, canais e bairros sem correria.
Copenhague é cara?
Sim; concentre deslocamentos e compare o Copenhagen Card.
Vale usar bicicleta?
Sim, se você respeitar a circulação local.
Vale fazer bate-volta a Malmö?
Somente se você tiver interesse específico e tempo além do essencial da capital.
Conclusão
Copenhague recompensa quem diminui o número de paradas e aumenta o tempo nos bairros.